Mostrando postagens com marcador Xbox 360. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Xbox 360. Mostrar todas as postagens
Fifa 14 recebeu um novo vídeo detalhando algumas jogadas exclusivas da versão do jogo para a nova geração. No PlayStation 4 e Xbox One, o título contará com a poderosa engine Ignite, que segundo a EA Sports, ofuscará a linha entre o real e o virtual.
FIFA-14-tecnicas-eliteFifa 14 terá tecnicas de elite na nova geração (Foto: Reprodução / YouTube)
No vídeo abaixo, o produtor executivo do game, David Rutter, e o produtor da franquia Fifa 14, Nick Channon, explicam as técnicas de elite e jogadas aéreas. Graças à engine Ignite, Fifa 14 para Xbox ne e PS4 inclui mais de 1000 novas animações, que criam dezenas de habilidades e comportamentos inéditos. Novos toques de bola, carrinhos e lançamentos foram adicionados, junto com comportamentos como ataques de fúria, reações para chutes perdidos e mais.
Pela primeira vez na história da franquia, múltiplos jogadores poderão competir pela bola em jogadas aéreas. Em algumas situações três ou quatro jogadores poderão brigar pela bola aérea e contarão com mais controle com a adição de novas opções de cabeçadas. Será possível também ajustar a força, ângulo e direção do toque de cabeça durante a disputa pela bola.

Fonte: CVG
Via: Tech Tudo
O termo survival horror é ligado intimamente a um nome no mercado dos games: Shinji Mikami. Criador da franquia de sucesso “Resident Evil” (ou, em sua terra natal, “Biohazard”), reinventou o horror nos games misturando o pânico de sobrevivência à criaturas malignas. Depois de Mikami, não temos mais um mundo em que armas de fogo resolvem qualquer problema. Às vezes, só podemos correr e torcer para sobreviver, e nem isso pode ser o suficiente.

Nesta E3, pudemos conhecer em portas fechadas no estande da Bethesda, entre outros games, “The Evil Within”. A apresentação inicial não parecia prometer muita coisa: a presença de Shinji Mikami, apesar de seu talento lendário, não inspira muito respeito pelos seus maneirismos calmos e cômicos. Suas explicações do game foram cheias de piadas e mímicas. Mikami falou sobre como se juntou à Bethesda em busca de voltar às raízes do conceito de “survival horror”, e explicou algumas mecânicas de jogo, mas as palavras do mestre só ficaram claras quando vimos uma demonstração do que havia em “The Evil Within”.



Começamos com a visão de um casarão na chuva. Vários carros de polícia estão parados em frente, mas não há sinal de vida. Apenas corpos. Chega o protagonista, o detetive Sebastian, com seus dois parceiros, e seu aspecto durão já inspira confiança - podemos esperar a qualquer minuto vê-lo explodindo a cabeça de criaturas do mal. Mas não é bem assim. Logo depois de entrar na casa e ver mais monstros atacando policiais, Sebastian é nocauteado.

Ele acorda algum tempo depois, confuso, amarrado pelos pés ao lado de vários corpos pendurados em ganchos de abatedouro por um imenso monstro canibal vagamente humano. É aflição pura enquanto assistimos, em primeira pessoa, o monstrengo retalhar um dos corpos ao lado. Sebastian dá um jeito de fugir, mas está desarmado, então não há outro jeito de sobreviver a não ser se esgueirar pelas sombras e torcer para os inimigos não olharem na sua direção. Uma vez no chão, a ação se passa em terceira pessoa, o que surpreendentemente só aumenta a tensão.

É aqui que as palavras de Shinji Mikami finalmente fizeram sentido. Toda sua mímica para “sneaking” (“esgueirar”, em inglês) ficou muito mais terrível no contexto certo. Nesse momento, caiu a ficha na platéia de jornalistas que, ao menos na promessa, “The Evil Within” parece uma verdadeira volta ao terror que tanto falta nos games de console mais recentes.
Divulgação


Acompanhamos Sebastian enquanto fugia pelos corredores, perseguido pelo açougueiro, armado desta vez com uma serra elétrica. O inimigo acerta o protagonista da perna, que passa a correr mancando, com o maníaco a poucos metros de distância. A perseguição culminou com a fuga do detetive, que, finalmente achando a porta de saída, se depara com uma cena no mínimo bizarra: a cidade inteira totalmente destruída, reduzida a pilhas de concreto e metal retorcido.

Não sabemos o que aconteceu - pelo que nos foi dito e mostrado, esse é um dos mistérios principais do game -, mas é certo que a partir daí Sebastian está em um mundo muito longe da realidade que conhecemos.

Pudemos acompanhar também outras cenas mais avançadas, em que o herói passa a usar armas e itens de cura, numa jogabilidade mais próxima do conhecido de "Resident Evil". Novos seres mutilados, costurados e com pedaços de madeira e metal enfiados em seus corpos povoam o casarão, e muito da estratégia de sobrevivência envolve ficar de olhos abertos, já que ao que tudo indica, a disponibilidade de munição será limitada.
Divulgação


E também há o fato que você nunca sabe bem quando seu inimigo está morto. Uma das ideias que o game inaugura é a possibilidade de incendiar corpos de monstros derrubados, para evitar que se levantem novamente, e assim evitar surpresas desagradáveis no futuro. Se você é fã do trabalho do Mikami, não é de todo estranho: o conceito foi um dos motes da releitura do primeiro "RE" para GameCube, em que zumbis podiam se reerguer em uma nova forma bem desafiadora (os chamados Cabeça Escarlate).

O lançamento estará disponível no Windows, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 e Xbox One em 2014.

Obrigado, POP Games

O Xbox One tem a potência de dez Xbox 360. Quem garante isso é o engenheiro-chefe do Xbox One, Jeff Henshaw, que conversou com a imprensa em evento durante a E3. As informações são do InfoAbril.

Henshaw exibiu demonstrações do Xbox One na ocasião e enalteceu o poder do console. "A Microsoft tem centenas de milhares de servidores e dúzias de data centers distribuídos ao redor do mundo - e o Xbox One pode utilizar esse recurso tecnológico sem limites", disse o engenheiro.

Em uma das demonstrações, Henshaw usou dados da Nasa para simular o rastreamento de 40 mil asteroides. Ele garantiu que somando a capacidade do Xbox One à tecnologia na nuvem disponibilizada pela Microsoft, seria possível rastrear até 330 mil asteroides, trazendo um "poder de processamento adicional infinito".

"Nós temos cerca de 500 mil atualizações por segundo vindo de nossa nuvem global para o Xbox One sem interrupções. O que há de bonito aqui é misturar o incrível poder de processamento do Xbox One com o poder de processamento ilimitado da nuvem", afirmou Henshaw.

Ele continuou: "Os desenvolvedores estão criando games com cenários cada vez maiores. Eles podem criar mundos contínuos com dezenas ou centenas de milhares de jogadores e esses mundos podem ser melhores e mais vibrantes do que antes em função da nuvem. E esses mundos vivem entre as partidas. Se um jogador sai do game, o mundo continua e experimenta os efeitos do tempo, como mudanças de clima. Quando o jogador volta, já será um lugar diferente, assim como é com o mundo real, mudando entre o momento em que vamos dormir e quando acordamos. Os desenvolvedores estão nos dando um retorno muito positivo sobre as diferentes formas para usar esses recursos."

O Xbox One chega ao mercado brasileiro em novembro por 2.199 reais.

Obrigado, Papel Nerd


Divulgação

Aproveitando o exemplo da Konami nos últimos anos, a Activision também resolveu queimar largada para a E3 2013 e fez uma conferência dedicada exclusivamente a “Call of Duty: Ghosts” nesse domingo, disputando audiência com o Grande Prêmio do Canadá de F1 e o amistoso entre Brasil e França (na verdade não).
Em cerca de uma hora foram exibidos gameplay, missões inteiras, novidades e um pouco do processo de desenvolvimento por parte da equipe que trabalhou no jogo. O produtor executivo do jogo, Mark Rubin, mencionou que todas as cenas apresentadas estavam sendo rodadas em um console de nova geração e o resultado foi bem impressionante. As animações estão muito mais fluidas do que qualquer outro “Call of Duty” jamais apresentou e as luzes e explosões são de encher os olhos.
A conferência abriu com o clipe de uma missão aquática chamada “Into the Deep” com vários momentos de ação e uma simulação física bastante interessante que não é vista com muita frequência mesmo nos jogos da geração atual. Confira:
O segundo vídeo é da missão “No Man’s Land” e se foca na importância que o cachorro terá durante o modo single player – sua participação ou não no multiplayer ainda é uma incógnita. Rubin explicou durante o evento que o colete adorável usado pelo mascote assassino é equipado com um aparelho sonoro para receber comandos de voz do soldado, uma câmera para servir de olhos aos Ghosts e dois dispositivos vibratórios que emitem padrões entendidos pelo cão como ordens. Bem mais complexo do que poderíamos imaginar.
Mark Rubin também revelou o nome do animal, que se nós tivéssemos feito um bolão na redação, ninguém teria acertado. O pastor alemão digital ganhou o nome de Riley em homenagem ao Tenente Simon “Ghost” Riley, que usa a máscara da caveira pintada em “Call of Duty: Modern Warfare 2” e, isso não fica claro, mas me faz pensar que talvez tenha sido o motivador pra criação do esquadrão do jogo (que não existe no mundo real), descrito por Rubin como “A tropa de elite das tropas de elite”.
O produtor executivo admitiu que a resposta do público a Riley surpreendeu todos na Infinity Ward e que mesmo antes disso a equipe já vinha trabalhando duro para torná-lo um personagem importante no jogo. Pela demonstração que fizeram, o cão se mostrou uma versão muito mais complexa dos drones usados em “Black Ops II”. Ele é capaz de fazer reconhecimento, atacar inimigos, distraí-los e até confrontas grupos de soldados sem medo das armas. Por mais irrealista que isso soe, nos faz pensar nos cães militares que passam por situações bastante semelhantes a essas. Eles mereciam uma homenagem assim.
Riley fez tanto sucesso que se transformou em um meme internet afora. Ele agora não só tem uma dezena de gifs espalhados pela web como também ganhou sua própria conta no Twitter.
“Call of Duty: Ghosts” e Riley chegarão PC, PS3 e Xbox 360 em 5 de novembro. As versões para PlaySt ation 4 e Xbox One ainda não têm data definida.
Obrigado, POP
A Blizzard anunciou que está trazendo Diablo III para o Xbox 360, além do PS3 anunciado anteriormente e PS4 versões. Além disso, a empresa forneceu uma data específica de lançamento para as versões do console atual geração.
Diablo III vai chegar no Xbox 360 e PlayStation 3 em 3 de setembro.
Os jogadores que pré-venda do jogo nas lojas participantes podem obter um item in-game exclusivo, o leme Infernal. Ele fornece um bônus de experiência para personagens que a usam, permitindo aos jogadores para subir de nível mais rápido.
Obrigado Game Informer
Fonte: Reprodução/AvalancheStudios
Muita polêmica tem sido criada sobre a recente revelação das funcionalidades do mais novo console da Microsoft. O Xbox One enfrenta, certamente, uma onda dura de críticas; políticos e ativistas, por exemplo, manifestam certo ceticismo com relação ao monitoramento constante que deverá ser feito pelo Kinect. O quesito “integração entre TV e plataforma” tem sido também questionado com frequência por grande parte da comunidade antenada em tecnologia.
Mas, embalado no que parece ser a contramão dessa maré agressiva, Christofer Sundberg, chefe de criação da Avalanche Studios, diz que “o Xbox é e sempre foi uma plataforma de jogos”. O executivo, em entrevista ao site Edge, completa ainda dizendo que “não enxerga mudanças nisso com o Xbox One”. Sobre o monitoramento de 24 horas sobre o jogador, Sundberg revela que “mais conectividade é algo obviamente fantástico”.
E ele continua: “acho que isso [conectividade] possibilita o desenvolvimento de recursos online que melhoram a experiência de jogos de mundo aberto, sem limitar os jogadores pelo fato da ‘conexão constante’”. Para deixar claro o que as suas afirmações querem dizer, o chefe de criação da Avalanche Studios cita dois títulos que, nas palavras dele, foram capazes de “criar uma experiência mais interessante”.

“Acho que Journey e The Walking Dead foram bons exemplos de como se usar a conectividade para tornar a experiência [de jogo] mais interessante – como a ‘ligação anônima’ para outros gamers em Journey e o ‘feedback das decisões tomadas’ em The Walking Dead”.
Uma central de jogos...
Na opinião de Sundberg, se a Microsoft continuar apelidando o Xbox One de “central de entretenimento”, uma armadilha perigosa pode acabar sendo criada. “Se ele for apelidado de ‘máquina de jogos’, a Microsoft pode perder a atenção da mídia neste momento”.
Agora, contudo, “eles até mantêm o foco da mídia [sobre o Xbox One] e podem se concentrar nos lançamentos de jogos na E3”, cogita o executivo. 
Obrigado,  Edge
Mais uma bomba caiu no colo da Microsoft, do ponto de vista dos adeptos da retrocompatibilidade. Isso porque, em uma nova entrevista concedida ao site Gamespot, o executivo Phil Spencer, gerente-geral da companhia, confirmou que a não retrocompatibilidade do Xbox One se estenderá aos jogos da Xbox Live Arcade e recomendou que os jogadores "que tiverem acumulado muitos títulos guardem seus consoles da atual geração”.
Spencer disse que “esses jogos continuarão a funcionar em seu Xbox 360 enquanto ele funcionar”. “Pensamos que alguém que investiu em uma ampla biblioteca digital queira manter seu Xbox 360. Pensem nisso como uma parte vibrante do ecossistema”, declarou o executivo.
Ele afirmou que a identidade nas duas plataformas será a mesma. “A sua identidade e seus amigos constarão entre as duas plataformas. Você não terá uma identidade separada no Xbox One ou no Xbox 360; é o mesmo ID, você é você. Os amigos são os mesmos, as conquistas são as mesmas”, completou.
A Microsoft tem feito um grande alarde no que diz respeito ao seu suporte contínuo ao Xbox 360 e prometeu um “grande anúncio na E3”. Yusuf Medhi, vice-presidente sênior de entretenimento interativo da companhia, palpitou que o Xbox 360 “venderá mais de 100 milhões de unidades nos próximos cinco anos".
Os refrigeradores terão de ser espaçosos.
Img_normal
Não é porque Splinter Cell: Blacklist chega aos consoles só em agosto que a Ubisoft Toronto não está pensando em seu próximo projeto. Mais do que isso, um dos desenvolvedores do último game afirmou ao site Arabic Gamers que já podemos contar com Sam Fisher aparecendo na próxima geração.
De acordo com o diretor de arte do game, Scott Lee, a produtora tem muitos planos para os novos consoles e que, apesar de não poder falar muito sobre o assunto, o retorno do espião é mais do que garantido. Segundo ele, teremos novas aventuras vindo aí — maiores e melhores.
E não se trata apenas de uma vontade pessoal ou de algo dito nas entrelinhas. O diretor foi categórico ao dizer que Sam vai voltar e ainda destacou que a série Splinter Cell é uma série grande e muito importante para a Ubisoft.
Há alguns meses, a chefe da Ubisoft Toronto, Jade Raymond, comentou que a produtora já estava pensando nos projetos que viriam após a conclusão de Blacklist e que, dos cinco existentes, um deles era um novo Splinter Cell.  
Obrigado,  Arabic Gamers
O site ComputerAndVideoGames conduziu uma longa entrevista com Phil Harrison, um dos vice-presidentes da Microsoft. O executivo contou um pouco sobre o futuro do Xbox One e o que a companhia pretende, de fato, com o aparelho – que vem causando muita discussão desde que foi apresentado.
Segundo Harrison, foi um verdadeiro “alivio” trazer o console a público. De acordo com ele, todos envolvidos no projeto estavam ansiosos para mostrá-lo ao mundo, da mesma forma que eles também ficaram muito orgulhosos do trabalho desenvolvido até aqui.
O vice-presidente também defendeu a Microsoft de algumas críticas pontuais que a companhia vem recebendo a respeito do console nos últimos dias. Harrison acredita que a conferência ficou curta e que era difícil mostrar todas as novidades do Xbox One em uma apresentação de apenas uma hora.
Novo Xbox One
O executivo disse, no entanto, que a ideia da apresentação era mostrar de forma mais geral todos os recursos do novo aparelho. Como a E3 acontece em menos de um mês, a ideia foi separar tudo em duas partes, ou seja, antes eles mostraram o Xbox One como central de entretenimento. Agora, na feira, chegou a vez de mostrá-lo para os jogadores “de verdade”, pois segundo ele, na feira, tudo é sobre games.
Tudo em um só
Phil Harrison também defendeu a ideia de que o video game pode agradar a públicos diferentes. Segundo ele, o fato de que o aparelho trabalha como uma verdadeira central de mídia é espetacular, pois você pode navegar entre diferentes formas de entretenimento sem ter trabalho na hora de ir de uma atividade para a outra. Isso, segundo o executivo, é que o motivou a participar do projeto.
Além disso, ele citou o fato de que com o novo Kinect, várias pessoas dentro de uma casa poderão ter experiências totalmente personalizadas. Phil citou, por exemplo, o fato de que ele pode ter uma configuração mais “gamer”, enquanto que a sua mulher ou os seus filhos poderiam ter perfis totalmente únicos e direcionados para os seus respectivos interesses.
E os jogadores hardcore?
Na entrevista, Phil Harrison citou também o fato de que a Microsoft não mudou o seu público, e que o Xbox One ainda será voltado para os gamers. Segundo o vice-presidente, uma pequena amostra disso é o fato de que a empresa gastou mais de um bilhão de dólares para trazer mais de 15 jogos exclusivos para o console.
Img_normal
Ele também citou a parceria estratégica com a Electronic Arts e as demonstrações dos novos recursos presentes nos títulos esportivos da companhia, como FIFA, Madden, UFC e NBA. Outra parceria citada é a realizada com a Actvision, tudo para trazer um mundo espetacular para os fãs de Call of Duty.
Gráficos
Quando perguntado sobre o poder de processamento gráfico do novo Xbox One, Harrison tentou fugir pela tangente. O diretor disse que ele e todos na Microsoft acreditam que o video game disponibilizará poder computacional mais do que suficiente para que o console entregue uma experiência de jogo imersiva e satisfatória para um aparelho de uma nova geração.
Além disso, segundo ele, o que todos precisam se lembrar também é do fato de que o Xbox One trará também o “e”, ou seja, o fato de contar com um sistema operacional capaz de apresentar diversas “habilidades” diferentes, como alternar entre assistir um filme e jogar video game rapidamente.
Xbox One
De acordo com Phil Harrison, essa navegação entre uma função e outra será extremamente veloz. Ele também citou que o aparelho terá uma inicialização veloz, tudo para que você reinicie um game de onde parou sem ter que ficar esperando. Ele não disse o tempo exato para isso, justificando que ele não sabe se já pode falar sobre o assunto publicamente.
Jogos independentes e estúdios indies
O diretor disse que a Microsoft foi pioneira no suporte aos estúdios menores e independentes, trazendo os canais Xbox Live Arcade e o Indie Channel e que, por isso, a companhia não tem interesse nenhum em retirar esse tipo de suporte no Xbox One.
Segundo Harrison, a novidade fica por conta do fato de que no novo sistema não haverá essa separação, esse “preconceito” com os desenvolvedores menores. Assim, tudo mundo ficará relacionado em uma única categoria: games.
Novo Xbox
De acordo com ele, caberá ao jogador utilizar os filtros e sistemas de buscas do Xbox One para encontrar novidades, visualizar os títulos que os seus amigos curtem ou os destaques e novidades. Ele afirma que as pesquisas serão intuitivas e muito fáceis de serem realizadas.
Games usados, um conceito ainda confuso
Phil Harrison também deu uma resposta meio “perdida” na hora de falar dos jogos usados. Segundo ele, você poderá pegar o seu disco e ir até a casa de alguém, instalar o game e jogá-lo. Contudo, quando você for embora e, teoricamente, levar o disco com você, essa pessoa não poderá mais jogar.
Assim, o seu amigo terá que comprar o jogo online para poder desbloquear as funções já gravadas em seu Xbox One e continuar a se divertir. Ele, no entanto, não citou se no caso de o disco ficar na casa de outra pessoa, se ela poderá continuar jogando sem realizar a compra ou se o sistema de reconhecimento do Kinect vai bloquear essa alternativa.
Novo controle
A resposta continuou de forma invasiva também em sua conclusão, quando Harrison disse que haverá um sistema de revenda dos games – mas que ele não pode, ainda, divulgar informações sobre como funcionará tal ferramenta.
Sim, você poderá jogar sem internet... Ou não?
Para finalizar a entrevista, o site perguntou ao executivo se a conexão com a internet será obrigatória. Boatos na internet afirmavam que o video game só funcionaria com conexão à rede, enquanto que outros citaram o fato de que ele teria que ser conectado pelo menos uma vez a cada 24 horas.
Segundo Harrison, você poderá, sim, jogar games offline, ou seja, títulos com modos próprios para isso continuaram funcionando. Ele citou, no entanto, que o Xbox One foi desenvolvido para que você tenha experiências online, assim, diversos recursos dentro dos jogos poderão não funcionar.
Contudo, na hora de dar uma resposta decisiva sobre a obrigatoriedade de se conectar à internet pelo menos uma vez por dia, Phil Harrison deu a entender que o rumor pode ser verdadeiro. Isso porque a resposta do executivo foi clara: “nós não temos ainda um anúncio específico ou detalhes sobre isso para revelar”. Dessa forma, tire as suas próprias conclusões.
De olho em você
Muito tem se falado sobre o novo Kinect do Xbox One. E o site Extreme Tech parece ter descoberto algumas novidades “interessantes” a respeito de alguns novos recursos do gadget. Segundo o que apurou a página, o aparelho vai monitorar o tempo todo quem está na sala utilizando o console.
Com isso, o sistema será capaz de controlar as permissões para exibição de conteúdos. Se você comprar um filme, por exemplo, poderá ter que especificar que está adquirindo a licença para um determinado número de pessoas.
Dessa forma, se você compra um título para você, mas há também outras pessoas assistindo, o aparelho poderá interromper a exibição, exigindo que novas “licenças” sejam compradas. Segundo o site, o bloqueio para conteúdos para maiores de 18 anos e outros tipos de ferramentas desse sentido também podem ser implementadas.
De acordo com outra página, o MCV, isso não é novidade, uma vez que a patente para tais recursos já é relativamente antiga. Porém, segundo fontes do site que trabalham na indústria, tais opções estarão sim inclusas no novo sistema da Microsoft.
Já a companhia também entrou em contato com a página, enviando o seguinte comentário a respeito do artigo: “a Microsoft aplica e recebe regularmente o registro de patentes, de forma que isso faz parte da prática de negócios da empresa; Nem todas as patentes vão ser aplicadas ou incorporadas a produtos da Microsoft”. E aí, será que a empresa está despistando um recurso nem um pouco bem recebido pelo mercado?
Obrigado, MCV , Extreme Tech e Baixaki Jogos


Eu mal terminei a notícia sobre o rumor de Need for Speed Rivals e a Electronic Arts anuncia o game. E confirmando tudo aquilo que os rumores já apontavam, o novo capítulo da série está sendo desenvolvido pela Ghost Games em parceria com a Criterion e vai chegar para atual e próxima geração de consoles.
De acordo com a EA, o game chegará para PS3, Xbox 360 e PCs no próximo dia 19 de novembro, enquanto a versão para PS4 e Xbox One chega mais perto do final do ano, provavelmente junto com o lançamento dos novos consoles. O Wii U ficou de fora.

Além disso, o game usará o potencial da Frostbite 3 para aproveitar ao máximo o potencial dessas plataformas e, segundo a companhia, vai trazer a adrenalina e a intensidade das corridas de rua ao jogador. Portanto, podemos esperar visuais incríveis e cenários amplos para enlouquecer todo mundo.
A EA ainda confirmou que será possível jogar tanto como piloto como um policial e que cada uma das “profissões” contará com habilidades, desafios e recompensas únicos, criando uma jogabilidade única de acordo com a sua opção inicial.
Outra novidade que vai alegrar os fãs da série é que Need for Speed Rivals marcará o retorno de veículos licenciados da Ferrari às pistas. A parceria entre a montadora e a Electronic Arts acabou há sete anos e, desde então, nenhum automóvel da marca apareceu em seus games. Com o retorno dessa união, o luxo da marca retorna ás disputas — incluindo com o incrível F12 Berlinetta.
Já em termos de funcionalidade, o novo NFS contará com o inédito sistema AllDrive, que unifica os modos single e multiplayer. A ideia é que, com isso, seus amigos possam entrar em suas corridas a qualquer momento para tornar as disputas mais acirradas e pessoais — afinal, o tema aqui é rivalidade.
E como Need for Speed é sinônimo de tuning, aas opções de personalização estão de volta e ainda mais variadas. Conforme revelado, Rivals trará diversas opções de modificação em termos visuais e de desempenho, fazendo com que cada veículo seja realmente único.


Lançado no fim do ano passado como o primeiro console da oitava geração, o Wii U chegou com promessas de se igualar aos concorrentes oferecendo gráficos em alta definição. O aparelho da Nintendo trouxe um processador gráfico robusto e componentes que poderiam colocá-lo à frente do Xbox 360 e do PlayStation 3.
Desde sua chegada ao mercado, o Wii U recebeu uma série de jogos que já existiam para os demais consoles. Alguns títulos foram adaptados e outros apenas foram portados, o que gerou dúvidas sobre o potencial do novo produto da Big N. Independente de qualquer coisa, ficamos curiosos para saber se ele realmente tem potencial.
Fonte da imagem: Divulgação/Nintendo
Assim, hoje, temos o prazer de anunciar a comparação gráfica entre o Wii U, o PS3 e o Xbox 360. Atendendo aos seus pedidos, vamos comparar o desempenho do console da Nintendo com os demais em oito jogos de gêneros variados. Se você também estava ansioso por esta batalha, sugerimos que faça suas apostas e fique de olho nos resultados.
Assassin's Creed 3 - Wii U vs PS3 vs Xbox 360
No fim do ano passado, a Ubisoft lançou Assassin's Creed 3 para PCs e consoles. Apesar de não ser o título mais primoroso em visuais, o game aproveita uma série de recursos e coloca os chips gráficos para trabalhar arduamente. Além disso, devemos notar que este é um dos jogos favoritos de uma legião de jogadores. É por isso que ele é o primeiro game da nossa batalha.
Sem enrolações, podemos dizer que, olhando para a TV de uma distância confortável, não é possível distinguir grandes mudanças entre as diferentes versões do jogo. Os três consoles produzem gráficos muito semelhantes e somente alguém com olho clínico poderia apontar alguma diferença.
Claro, nossa análise é mais crítica, por isso abusamos dos computadores para realizar uma comparação mais próxima. Ampliando as capturas em 400%, notamos que o Wii U acaba aplicando um efeito de embaçado em algumas regiões da imagem.
Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki
Essa mudança de visual ocorre nos CGs e durante o gameplay. Para reduzir defeitos nas bordas dos objetos, o Wii U aplica um efeito de Blur em muitas texturas. Isso não afeta em nada a jogatina, pois o efeito não é exagerado, mas, como estamos em uma comparação severa, devemos ressaltar que o Wii U ficou para trás nesta.
Além disso, vale notar que o Xbox 360 oferece mais nitidez do que o PlayStation 3. O console da Microsoft também tem o melhor balanço no uso de sombras e luz. Todavia, quem possui apenas um console e não vai jogar com zoom de 400% não deve notar tais probleminhas.
Batman: Arkham City - Wii U vs PS3
Batman: Arkham City chegou quase um ano mais tarde para o Wii U com algumas melhorias. A versão Armored Edition do console trouxe uma série de conteúdos adicionais, mas parece que os gráficos não sofreram grandes mudanças.
Assim como ocorreu com AC3, no jogo do Batman pudemos notar que o efeito de Blur se repete. Em nossa comparação ampliada, ficou mais do que claro que o console da Nintendo evita os serrilhados, mas também pudemos conferir que ele não oferece a mesma nitidez do concorrente.
O maior problema desta versão para Wii U, no entanto, é a falta de cuidado com alguns detalhes. O cabelo da Mulher-Gato, por exemplo, é totalmente composto por pixels. Normalmente, a personagem fica de costas para a tela, mas durante os vídeos é triste ver uma moça tão bonita com sua aparência arruinada por um pequeno incoveniente.
Apesar de alguns problemas aparentes, no geral o Wii U reproduz gráficos tão bonitos quanto os do PlayStation 3. A pequena aplicação de Blur nas texturas não é tão aparente quando olhamos a imagem de longe, da mesma forma que os serrilhados não são visíveis no PS3.
Call of Duty: Black Ops 2 - Wii U vs PS3 vs Xbox 360
Depois de alguns probleminhas, estávamos desacreditando um pouco o potencial do Wii U, mas, quando colocamos o console para guerrear, ele mostrou seu verdadeiro poder. Em Call of Duty: Black Ops 2, o console mostra texturas absurdamente melhores. Até parece que estamos tratando de um jogo para PC ou de uma versão refeita.
Em nossa comparação, o Xbox 360 pode ser classificado como o segundo melhor. Os gráficos da geração antiga do chip da ATI (presente no video game da Microsoft) exibem bons resultados. A nitidez é notável, mas dificilmente o console alcança a qualidade do Wii U. Vale notar que estamos tratando apenas dos visuais, não considerado a performance na renderização dos frames.
Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki
O PlayStation 3 infelizmente não cumpre a missão com glórias. Os gráficos do console são bem mais fracos, ficando visível que muitas texturas são borradas e que há a presença de serrilhados nas bordas dos objetos.
Apesar de existirem diferenças entre os três, quem joga o game em qualquer uma das plataformas e não fica comparando os resultados lado a lado não vai ficar decepcionado com a qualidade do jogo. As diferenças de um console para outro não são tão gritantes. De qualquer forma, aqui o Wii U mostra seu poderio!
Darksiders 2 - Wii U vs PS3
Darksiders 2 é um game que basicamente depende de sombras e luzes para criar os ambientes tenebrosos por onde o protagonista vai se aventurar. Comparando as versões do game para Wii U e para PlayStation 3, pudemos perceber que o console da Nintendo perde ao usar as sombras e acaba por não oferecer objetos tão volumétricos.
O personagem principal e os cenários até que são parecidos, mas percebemos que os games possuem uma série de diferenças. O primeiro chefe, por exemplo, tem alguns elementos que possibilitam a distinção no primeiro olhar.
Alguns castelos (e construções), itens de ambientes e armas também apresentam leves modificações, o que acaba impossibilitando a comparação direta entre os games. De qualquer forma, os gráficos são muito semelhantes e dificilmente você vai reparar algum problema gráfico.
Mass Effect 3 - Wii U vs PS3 vs Xbox 360
Depois de oito meses, Mass Effect 3 chegou à plataforma da Nintendo. O game passou por um tratamento especial, justamente para poder aproveitar os recursos do Wii U. Infelizmente, parece que o trabalho com o título não foi tão cuidadoso. Os gráficos não são mais bonitos e em alguns casos dá uma tristeza pensar que este é um console de oitava geração.
Ampliando nossas imagens capturadas, podemos ver claramente que o console cria cenas opacas, numa tentativa de disfarçar possíveis problemas. O uso de fumaça e elementos de iluminação para disfarçar erros também é comum. Os serrilhados praticamente somem, mas os objetos perdem muitas características que serviam para um reconhecimento visual rápido.
Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki
Os concorrentes alcançam resultados parecidos, oferecendo nitidez e pecando pelo mau acabamento nas bordas. O console da Sony parece que capricha mais na luminosidade, mas isso não faz tanta diferença na prática.
Até o momento, podemos dizer que este foi o jogo mais feio no Wii U. Talvez seria bom se a desenvolvedora disponibilizasse um patch de correção. Apesar dos defeitos, devemos salientar que a culpa não é exatamente do console, pois ele pode sim reproduzir gráficos bem melhores do que esses que vimos.
Need for Speed Most Wanted - Wii U vs PS3
Infelizmente, o famoso jogo de corrida da EA não pôde fazer parte de nossa comparação em vídeo. Chegamos a gravar quase uma hora de vídeo com cenas semelhantes, mas o game possui um recurso de simulação climática, o que acabou impedindo a reprodução de gráficos idênticos.
De qualquer forma, pudemos conferir os visuais lado a lado. Testando a versão de PS3 e Wii U, ficou claro que os dois possuem capacidades para trabalhar com cenas muito parecidas. Reparamos que novamente o Wii U faz questão de caprichar nas bordas e que o sistema da Sony entrega resultados mais nítidos.
Sonic & All Stars Racing Transformed - Wii U vs Xbox 360
O penúltimo jogo de nossa comparação é Sonic & All Stars Racing Transformed. Como em outros casos, o jogo do ouriço tem gráficos quase idênticos nas duas plataformas, mas as diferenças são notáveis quando vemos os visuais de perto.
As diferenças básicas estão no uso de sombras e na aplicação das texturas. Desta vez, o console da Nintendo leva a melhor. A versão do Wii U mostra menos defeitos e apresenta algumas melhorias. São notáveis as sombras nos veículos e a regulagem delas nos elementos de cenário.
As texturas usadas nas pistas, nas árvores e em outros objetos são mais trabalhadas no console da Nintendo. O Xbox 360 apresenta alguns problemas nos gradientes aplicados nos elementos que compõem os cenários. Entretanto, no geral, como este é um jogo muito rápido, é difícil perceber defeitos ao levar a jogatina a sério.
Tekken Tag Tournament 2 - Wii U vs Xbox 360
Avaliando os mais diversos cenários deste jogão de luta, fica claro que novamente o console da Nintendo ganha ao disfarçar erros com um efeito de Blur, mas peca ao eliminar a nitidez.
Em alguns casos, esse efeito de borrado realmente ajuda, mas em outros ele acaba atrapalhando. As roupas, que deveriam apresentar texturas, acabam ficando embaçadas, algo que estraga um pouco a qualidade do game. Por outro lado, é preciso considerar que este filtro do Wii U esconde defeitos de cenário e de sombra.
Talvez, no caso de Tekken Tag Tournament 2, vale declarar um empate, pois cada versão apresenta defeitos distintos.
Moral da história...
Primeiro, queremos deixar claro que esta comparação não quer dizer grande coisa, pois os games de Wii U foram basicamente adaptados e não aproveitam toda a arquitetura do sistema. Talvez, com games desenvolvidos do zero focando o console, os resultados fossem bem diferentes.
Além disso, salvo raras exceções como em Call of Duty: Black Ops 2 (situação em que o Wii U levou a melhor) e Mass Effect 3 (em que o console da Nintendo acabou fazendo feio), o primeiro video game de oitava geração faz bonito e não deixa a desejar aos atuais concorrentes.
Basicamente, nossa equipe presenciou três consoles produzindo gráficos muito parecidos. Se você não vai jogar com dois ou três consoles ligados ao mesmo tempo, pode saber que sua experiência com os games será quase idêntica independente do video game escolhido.
Durante toda a nossa análise, ficou claro que, ao jogar em uma TV comum, aproveitando os jogos de uma distância confortável, é muito difícil ver problemas visuais gráficos no Wii U.
Por fim, vale ressaltar que as diferenças gráficas existem, mas elas são mínimas e irrelevantes para quem busca apenas aproveitar bons games...
Obrigado, Tecmundo e Baixaki Jogos

Publicidade

▲ Ir para Topo